EXPOSIÇÕES

Exposições 1975/2015

Exposições 1975/2015
O Sol e os Peixes

O Sol e os Peixes

O SOL E OS PEIXES

A capa do livro O sol e o peixe - prosas poéticas, traz imagens. As aqui publicadas (de 38) as desenhei para um livro infantil inédito e exposição em plotters que deve acontecer nas ruas da cidade de Curitiba ainda em 2017 com haikais de poetas paranaenses mais os japoneses clássicos Sissa e Bashô que tem o peixe como tema na sua produção.
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À La Carte

À La Carte

À LA CARTE- 2015

Instalação itinerante ainda inédita; uma mesa onde serão servidas 85 tábuas - assemblages - com materiais industriais de lojas de 1,99, como a própria tábua de cozinha. Previsão: dez locais de Curitiba- parques e praças. Fotógrafos e videomakers farão a partir da reação popular o seu próprio trabalho criativo. Venda de postais.
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Multiplicação

Multiplicação

MULTIPLICAÇÃO: a poética da vida - 2011

Ocupação do Hall do Sesc Paço da Liberdade em Curitiba com exposição "Multiplicação: a poética de vida", composta de exposição de 35 desenhos - ecoline e nankim sobre papel, e 550 objetos- peixes em cerâmica pintado com tinta automotiva e objetos em sacos plásticos com desenho.
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Correspondências

Correspondências

CORRESPONDÊNCIAS - 2008

Instalação com cinco mil envelopes realizada no MON - Museu Oscar Niemeyer em Curitiba-2007. trechos do catálogo:

Há sabidamente uma linguagem dos selos, que está para a

linguagem das flores como o alfabeto Morse está para o escrito.

Mas por quanto tempo viverá ainda a floração entre postes telegráficos?

Não são os grandes selos artísticos do pós-guerra, com suas cores plenas,

Já as sécias e dálias outonais dessa flora?[...]
Walter Benjamin

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O Estado da Arte

O Estado da Arte

O ESTADO DA ARTE

"Estado da Arte?
Breves reflexões s0bre o "contemporâneo"
Quais as raízes e os eventuais desdobramentos e especificidades do que ainda se considera "contemporâneo" no campo das artes visuais? Como fixar balizas históricas de um processo que não apenas nos envolve, em sua proximidade epidérmica, como inclusive nos projeta, pela força de sua diversidade para um futuro incerto e fugidio? E sobretudo: como compreender suas principais linhas de força, para além das grandes certezas modernas, sem considerar as inevitáveis interações entre o global e o local, entre o centro e a periferia, entre os contatos e refrações, enfim, de uma ideia de "cultura" que se quer - pretensa e simultaneamente - internacional, nacional e regional?
Partindo dessas questões, e salientando sobretudo as relações entre arte, contexto e contemporaneidade, a exposição Estado da arte propõe uma leitura possível sobre a produção artística realizada durante as últimas décadas no Estado do Paraná.(...)"
Maria José Justino e Artur Freitas - curadores
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Caboclos e Caiçaras

Caboclos e Caiçaras

CABOCLOS e CAIÇARAS - ditados do litoral do Paraná - 2005

"Os ditados/quadrinhas/provérbios populares do litoral paranaense publicados neste volume, são um linguajar vivo no cotidiano dos parnanguaras. Algumas dessas expressões estão tão intimamente ligadas à cultura litorânea que, muitas vezes, o seu significado não é apreendido por pessoas de outras regiões, já que elas surgem de uma forma singular e muito específica de olhar e perceber/sentir o mundo."
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Livro de Artista

Livro de Artista

LIVRO DE ARTISTA: a vida como labirinto

Instalação:“LIVRO DE ARTISTA: a vida como labirinto”
Textos do livro: Anna Alice W. Pietruza, Maria Letícia Rauen Vianna,Sônia Gutierrez. Poemas:, Roberto Bittencourt
Montagem: Antonio Luna
Catálogo/livro coleção Labirinto nº1 com poemas e textos:
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Verso & Reverso

Verso & Reverso

VERSO & REVERSO

"VERSO & OSREVER" - 1998/1999/2002,é uma série de pranchas de embalagens descartadas nas ruas da cidade, recuperadas e resignificadas com a intervenção pela artista ao longo do ano de 1998 e 1999.Apresentada na CAIXA Econômica Federal em Curitiba com Cesta Básica, de Luiz Antonio Salgado.Em março de 2002 parte dessa exposição foi montada no Café Teatro. Texto crítico de Andrea Miranda e Adalice Maria de Araújo.
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Desenhos

Desenhos

DESENHOS

DESENHOS: Serigrafias . Colagens. Diversas épocas e exposições; individuais e coletivas.

1º INDIVIDUAL .Clube Literário - 1973
“DESENHO”-
325 ANOS DE PARANAGUÁ . PR.

Apresentação
Durante muito tempo, o desenho foi considerado um mero apoio da pintura ou escultura, não um meio específico de expressão. Não se concebia um artista apenas do desenho, desinteressado de qualquer problema pictórico.
Atualmente o panorama é outro e aí estão uma infinidade de excelentes desenhistas a comprová-lo. São os que, sem desprezar a cor, elegeram a linha como veículo maior de sua expressividade.
Este parece ser o caso de Sônia Gutierrez, recém laureada em desenho no Salão de Artes Plásticas Para Novos, que ora inaugura sua primeira individual em Paranaguá.
Desta nova geração das Belas Artes, Sônia é a que mais está preocupada em explorar os recursos de uma linha pura sobre o papel branco, simplesmente, sem artifícios, o que é um bom sinal nesta época de tantos novos materiais que podem nos levar ao equívoco de contentar-se meramente na gratuidade do próprio material exposto.
Em Arte, procura-se com um mínimo de recurso, um máximo de expressão. Sônia Gutierrez já demonstrou possuir uma forte linha e todo um mundo interior a ser mostrado.
O resto é amadurecimento, que inevitavelmente virá, talvez até, através de outros meios expressivos.Para isso ela é jovem.
Para isso ela não crê que a arte já esteja toda pronta.

JOÃO OSÓRIO BRZEZINSKI
Artista Plástico e Professor da EMBAP

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Bambus

Bambus

BAMBUS - Pintura

BAMBUS - Individual - Mostra de pintura, acrílico sobre tela - Galeria de Arte Banestado- 1991- Curadoria: Ênio Marques Ferreira.

"Bambus farfalham em verde e amarelo"
As raízes dos bambuzais da Ilha do Mel, quase desprendidas da terra por erosões vingativas da natureza, foram a primeira inspiração para as trinta telas que Sônia Gutierrez mostra hoje na Galeria de Arte Banestado.

Das raízes, foram brotando nas e telas os caules até chegar às folhas. Dos bambus, brotaram hai-kais de Alice Ruiz, Edu Hoffmann e de hai-kais japoneses e chineses nasceram outras telas.Foi assim, unindo a percepção da natureza com a poética que Sônia Gutierrez rompe com os desenhos e envereda-se pela acrílica sobre tela. Mas ao lado das pinturas, estarão os desenhos figurativos, datados de 1980 a 86, mostrando que seus bambus, por vezes geométricos, nasceram de mãos que dominam a arte de desenhar.
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Pedras

Pedras

“PINTURAS- PEDRAS”

Espaço Cultural Ghignone. Livrarias Ghignone
Apoio Cultural: Opta Originais Gráficos
5 de junho a 6 de julho de 1993
Curitiba Paraná

PEDRAS
“Escondem-se nas pedras algum mistério que independe de nós, mas que existe ao olharmos com olhos de cascata, de mar ou de rio, que passa por sobre elas. AS PEDRAS... Algo muito especial, como o calor que guardam. Quando já é noite, já sopra o vento e o corpo tisnado pelo sol, sente frio na brisa. Olhá-las, um prazer estético e profundo/que remete ao âmago da explosão.

Tocá-las um frêmito que vai do corpo ao espírito,/acalentando, aquecendo, buscando, achando. Lisa, negra, sensual; musgo, veludo, mariscada, malhada, pintada, relevo vivo; grandes, pequenas, polidas pelo mar séculos de conversa diurna noturna diuturna perpassando vidas civilizações. Caravelas e submarinos procriando. Quando meus pés te pisam, ressuscitam todos os pisares,atentos ou não à tua “não existência”, à tua correspondência,ao teu calor. Entranha sólida onde refugio meu cansaço, abrindo-me a um horizonte trezentos e sessenta graus de mar. Minhas mãos te percorrem, buscando ler tua história, teu cerne, que não está dentro. Uma pedra quebrada ao meio só desdobra o inalcançável de si.

Uma folha que cai sobre ti era esperada. Assim me sinto quando me deito sobre ti, quando olho tuas formas e encontro milhares de outras, parecidas ou nascida ali.”

SÔNIA GUTIERREZ
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Persona

Persona

PERSONA

PERSONA - vídeo coletivo.desenho.instalação.fotografia.

"Fixo instantes súbitos que trazem em si a própria morte e outros nascem - fixo os instantes de metamorfose e é de terrível beleza a sua sequência e concomitância." Clarice Lispector

Desde tempos imemoriais, a máscara acompanha o seu humano como seu duplo. Sagradas ou profanas, associadas aos ritos ou aos disfarces, as máscaras tanto encobrem como eelam, conservando sempre sua aura enigmática. Moldadas sobre o rosto, elas reproduzem fielmente a parte mais visível da pessoa e, ao mesmo tempo, mostram sutilmente a mais invisível. Retalhos do psiquismo ou flashes fotográficos a imobilizar a expressão mutável num momento que se eterniza, elas vencem o tempo. Boas razões tinham, pois, os latinos, que usavam o termo "persona" para designá-las.
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Terra

Terra

TERRA

"TERRA" - Fundação Cultural de Curitiba

"Uma exposição individual de Desenhos recentes de Sônia Gutierrez será inaugurada às 21 hs. de hoje 3.9.1981, na sede da FCC.

A artista serve-se do grafismo como veículo principal de expressão. O traço livre, solto, forte e contínuo ocupa o espaço com desenvoltura; tanto tecendo poemas de amor como criticando a amarga solidão e as injustiças sociais. O tema gira em torno de dois grandes eixos: a mulher e a terra, ambas identificando-se como geradoras de vida; dai a revolta que sente diante das agressões à natureza, do problema indígena, da exploração do homem pelo homem. Muitas vezes propõe ao espectador uma leitura simples, servindo-se de um código visual baseado essencialmente na linha; outras vezes associa o grafismo a diversas texturas, que vão de impressões e colagens, principalmente de envelopes
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